Foto: Luís Fragas
A vela brasileira vive um de seus momentos mais promissores dos últimos anos. Em um intervalo de poucos dias, o país comemorou dois títulos mundiais em categorias diferentes, confirmando a força da nova geração. Enquanto Joana Freitas e Antônia Gick conquistaram a medalha de ouro no Campeonato Mundial da Classe 420, disputado em Biscarrosse, na França, o jovem Manuel Bragança, de apenas 14 anos, tornou-se campeão mundial da Classe Optimist, principal categoria de iniciação da modalidade.
Joana Freitas e Antônia Gick encerraram o Campeonato Mundial de 420 na liderança, somando 60 pontos após uma campanha marcada pela regularidade e consistência. O título foi conquistado em Biscarrosse, na França, um dos principais palcos da modalidade.
Em publicação nas redes sociais, a CBVela ressaltou que as atletas “escreveram mais um capítulo histórico para a vela brasileira”, destacando o alto nível técnico apresentado durante toda a competição.
E tem mais:
Se no 420 o Brasil comemorou o ouro entre as principais promessas da vela olímpica, na Classe Optimist surgiu um nome que já desperta atenção internacional.
O carioca Manuel Bragança, de apenas 14 anos, conquistou o título do Campeonato Mundial de Optimist, realizado em Tânger, no Marrocos. Considerada a principal categoria de base da vela mundial, a Optimist reúne os melhores jovens atletas do planeta.
Manuel encerrou a competição com apenas 65 pontos perdidos, superando adversários da Suíça e de Malta para conquistar o título mundial.
O jovem representa o Iate Clube do Rio de Janeiro e já acumula um currículo impressionante para a idade. Antes do Mundial, havia conquistado títulos brasileiros, sul-americanos e europeus na classe, sendo apontado como uma das maiores promessas da vela brasileira para os próximos ciclos olímpicos.