Atletas potiguares conquistam seis medalhas no Open das Américas de Halterofilismo, no México

Foto: Douglas Magno/CPB

O Rio Grande do Norte encerrou sua participação no Open das Américas de Halterofilismo Paralímpico, realizado na Cidade do México, com seis medalhas conquistadas por atletas da Sociedade Amigos do Deficiente Físico do Rio Grande do Norte (Sadef). A campanha contou com ouros, pratas e bronze, com representantes do estado subindo ao pódio nas disputas individuais e por equipes.

Um dos destaques foi o potiguar Júnior França, que conquistou a medalha de ouro na disputa por equipes masculinas, ao lado do mineiro Marco Túlio e do carioca Gustavo Amaral de Souza. Na final, a equipe brasileira superou a Colômbia por 379,09 a 232,48 pontos. Nas provas individuais, Júnior também garantiu a medalha de prata na categoria até 59 kg.

A atleta Alane Dantas também teve participação de destaque. Representante da Sadef, ela conquistou a medalha de bronze na disputa por equipes femininas, ao lado de Edilândia Araújo e Caroline Alves. O resultado ampliou a coleção de medalhas da potiguar, que já havia conquistado a prata na prova individual da categoria acima de 86 kg, ao levantar 122 kg.

Outro resultado expressivo veio com Maria Rizonaide, que conquistou a medalha de ouro na categoria até 50 kg. A atleta levantou 101 kg e também alcançou uma posição importante no ranking classificatório para os Jogos Paralímpicos de Los Angeles 2028.

Já Naira Cruz ficou com a medalha de prata na categoria até 67 kg, após levantar 106 kg. A potiguar, que recentemente passou da categoria até 61 kg para a de até 67 kg, terminou atrás da paulista Laira Guimarães, campeã da prova. Com o resultado, Naira entrou no Top 10 do ranking classificatório para os Jogos de Los Angeles.

A campanha potiguar integrou o desempenho histórico da delegação brasileira na competição. O Brasil encerrou o Open das Américas com 28 medalhas, sendo 23 nas disputas individuais e cinco por equipes, além de colocar 21 atletas entre os dez primeiros colocados do ranking classificatório para os Jogos Paralímpicos de 2028.

Os resultados reforçam a presença do Rio Grande do Norte no halterofilismo paralímpico internacional e o trabalho desenvolvido pela Sadef na formação e no desenvolvimento de atletas da modalidade.